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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário?


Apesar dessa ser uma frase do livro O Teorema Katherine do John Green, hoje venho falar um pouco sobre um livro (ca-ra-ca Karina, um LIVRO? SÉRIO ISSO? - Sério.) que eu li essa quinzena de volta as aulas *clap clap clap*.
Comprei o livro Extraordinário da R. J. Palacio com dinheiro do natal, logicamente em Dezembro, e ele estava na minha lista de desejados há meses, quando eu o vi na livraria já estava com dois livros na mão e não resisti. Enrolei 3 fucking meses para ler Will&Will do John Green, que aliás não gostei (pensei em escrever algo para cá relatando minha decepção com o livro, mas desisti), e quando começou as aulas peguei esse neném para ler.

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor. (SINOPSE RETIRADA DO SKOOB)
Quem lê se pergunta "Por que as pessoas fazem isso com uma criança?".
Durante TODO o livro não conseguia imaginar um August deformado por uma síndrome genética, imaginava uma criança... normal fisicamente (para ser mais exata, imaginava o August como o menino que interpretou o Bruno, no filme "O menino do pijama listrado").
A mensagem passada pelo livro me tocou bastante, e uma das páginas que mais me emocionou (e resumiu tudo para mim) foi a página que citava uma frase do livro "O Pequeno Príncipe" (paixão), com a frase "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos", essa é a essência da vida, olhar o interior de cada um, olhar com o coração, e esse livro mostrou que apesar de poucos praticarem essa boa ação, ainda existe gente boa nesse mundo!

Espero que vocês gostem tanto da leitura quanto eu.
Um grande beijo <3

"Acho que devia haver uma regra que determinasse que todas as pessoas do mundo tinham que ser aplaudidas de pé pelo menos uma vez na vida."

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